Sindicalistas “gritam alto” pelo fim da escala 6×1 e pelos excluídos

No 32º Grito dos Excluídos e Excluídas, realizado nesta segunda-feira (7), em Salvador, dirigentes da CTB, como o presidente nacional, Adilson Araújo, a dirigente da CTB Bahia, Marilene Betros, e vários sindicalistas se uniram aos movimentos sociais para levar suas bandeiras de luta às ruas, do Campo Grande até a Praça Castro Alves.

Também marcaram presença, representando os trabalhadores e as trabalhadoras de supermercados, os dirigentes do SintraSuper, Edvã Galvão (vice-presidente), Anderlei Costa (secretário-geral), Taína de Jesus (secretária de Imprensa), Antônio Sebastião (secretário Jurídico) e Antônio Rodrigues (secretário de Movimentos Sociais).

Para Edvã Galvão, “celebrar a Independência é defender a soberania do Brasil, lutar contra as desigualdades ainda existentes, defender os direitos do povo e da classe trabalhadora, como exigir o fim da escala 6×1”.

Segundo Adilson Araújo, a proclamação da Independência não ficou só no grito de Dom Pedro em São Paulo. “Seguiu com muitas lutas na Bahia, unindo indígenas, negros e vários setores sociais para expulsar definitivamente as tropas portuguesas do Brasil, em 2 de julho de 1823. É o momento em que os EUA tentam impor um cerco ao Brasil e outros países. Devemos reafirmar nossa soberania e a defesa da democracia e de um novo projeto nacional de desenvolvimento com a valorização do trabalho, que só será possível com um presidente que tem compromisso com essa agenda, que é Lula. Vamos trabalhar para eleger quem pode fazer a Bahia e o Brasil seguirem avançando”, afirmou, ao lado do professor Rui Oliveira.

Esse ano, o Grito manteve o tema “Vida em Primeiro Lugar!”, acrescentando o lema “Na defesa da Terra, da Paz e da Moradia, erguemos a voz: Mulheres Vivas e Soberania!”. “É importante vincular também a defesa da moradia, da paz, da soberania e da proteção da vida das mulheres. É assim que vamos construir uma sociedade mais justa e igualitária”, destacou Marilene Betros.