Dois indicadores essenciais na vida de quem mais precisa e de quem trabalha mostram que as políticas públicas, a volta dos programas sociais, a geração de empregos e a melhoria salarial no governo Lula (PT) estão transformando o Brasil: a redução do desemprego e a diminuição da pobreza.
Ao tirar 24,4 milhões de brasileiros da pobreza, o governo fez o Brasil sair o Mapa da Fome da ONU, depois de sete anos. “Nós acabamos com a fome em 2014. Quando eu voltei em 2023, tinha 33 milhões de pessoas passando fome outra vez. Depois do golpe na Dilma, não cuidaram mais disso. Mas vocês vão ter uma surpresa: o Brasil vai sair do Mapa da Fome outra vez”, afirmou Lula no dia 24/7, durante agenda no Vale do Jequitinhonha (MG). A ONU confirmou a boa notícia em 29/7.
O relatório da FAO (organização da ONU) apontou que a insegurança alimentar severa no Brasil reduziu 85%, em 2023. O problema que afligia 17,2 milhões de brasileiros em 2022, caiu para 2,5 milhões. Cerca de 14,7 milhões deixaram de passar fome no país. Percentualmente, a queda foi de 8% para 1,2% da população. A miséria caiu de 9% para 4%, segundo o Banco Mundial. A pobreza, que estava em 37% em 2021, despencou para 23%, segundo o banco, o FGV e vários estudos do IBGE.
DESEMPREGO DESPENCA
Outro dado positivo foi divulgado nesta quinta (31/7), pelo IBGE. A taxa de desemprego no Brasil recuou para 5,8% no segundo trimestre de 2025, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua. O índice é histórico, pois é a primeira vez que o indicador fica abaixo de 6%, desde o início da série histórica em 2012.
Essa taxa caiu 1,2% em relação ao trimestre anterior, encerrado em março, que foi de 7%. No mesmo trimestre de 2024, a taxa era de 6,9%. O número absoluto da população desocupada recuou para 6,3 milhões, ou seja, menos 1,3 milhão de pessoas desempregadas no trimestre.

Outros recordes da série histórica foram registrados: no segundo trimestre de 2025, a Pnad registrou alta de 1,8% na população ocupada (102,3 milhões). No ano, o aumento foi de 2,4%, com mais 2,4 milhões de pessoas ocupadas.
Principais dados da pesquisa:
>> Taxa de desocupação: 5,8% (recorde da série histórica)
>> População ocupada: 102,3 milhões (recorde da série histórica)
>> População desocupada: 6,3 milhões
>> Empregados com carteira assinada: 39 milhões (recorde da série histórica)
>> Empregados sem carteira: 13,5 milhões
>> Empregados no setor privado: 52,6 milhões
>> Empregados no setor público: 12,8 milhões (recorde da série histórica)
>> Trabalhadores por conta própria: 25,8 milhões (recorde da série histórica)
>> População desalentada: 2,8 milhões
com informações do MTE e Agência Brasil








