Sintrasuper: é hora da pressão
Após diversas rodadas de negociações com o setor de supermercados, os patrões avançam timidamente na proposta econômica e fogem, se esquivam do debate sobre as cláusulas sociais.
Após diversas rodadas de negociações com o setor de supermercados, os patrões avançam timidamente na proposta econômica e fogem, se esquivam do debate sobre as cláusulas sociais.
A semana começou decisiva para barrar a tentativa de golpe contra a democracia e contra o pedido de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. A luta contra o golpe no Brasil ganha um capítulo importante, e por esse motivo, mobilizações se
Neste domingo (10), foi dado o pontapé inicial para o campeonato de futebol society dos comerciários de Salvador, com o sorteio das chaves e da primeira rodada, que inicia no próximo dia 17 de abril.
Nas rodadas de negociação, tem sido recorrente, no argumento patronal, a defesa da tese da crise, para justificar a falta de uma proposta que correspondam as reivindicações dos trabalhadores.
Mais uma vez os representantes dos trabalhadores de supermercados, através do Sintrasuper, estiveram na mesa de negociação, tratando da pauta de reivindicações da categoria. A reunião foi na segunda-feira (04), na sede do Sindicato Patronal.
O Teatro Dias Gomes, a Praça Mário Lago e a Galeria Clementina de Jesus ganham uma nova roupagem, tornando o ambiente mais acolhedor, moderno e bonito. Tudo isso porque a categoria comerciária merece o melhor.
Trabalhadores do campo e da cidade, estudantes, povos originais e a maior diversidade de movimentos sociais estiveram nas ruas de todo o Brasil para reafirmar que o povo não aceitará outro golpe no país. Em Salvador, foram 20 mil pessoas.
Após diversas rodadas de negociações com o setor lojista e setor de supermercados, os patrões não avançam na proposta econômica e mostram indisposição de negociação de melhores condições nas cláusulas sociais.
Atenção trabalhadores comerciários do setor de supermercados: As negociações estão ocorrendo com o patronato, porém ainda em passos lentos.
Após diversas rodadas de negociações com o setor lojista e setor de supermercados, os patrões não avançam na proposta econômica e mostram indisposição de negociação de melhores condições nas cláusulas sociais.


